Há alguns meses entrei numa empresa de médio porte como CLT. O trabalho é bom, o salário ok, mas tem um porém monumental: o trabalho é em regime presencial.
Isso mesmo, vou na empresa para trabalhar. Tal qual os homens de neandertal, trabalho in loco.
Minha área de atuação torna minha baia na firma ainda mais curiosa. Apesar dessa minha vocação para a escrita ganho a vida com uma escrita diferente: programação.
Sim, faço programas, debugo, commito mudanças, até dou pitaco no código e no projeto dos outros quando convém. Os mais familiarizados com a área do Desenvolvimento de Software logo notam que nenhuma das minhas atividades requer minha presença física na sede.
Mas por que tão boa empresa não libera o home office para um colaborador da profissão mais home officealizável, programador? Meu palpite são funcionários ruins que me antecederam. Mais uma vez eu sou punido por atitudes de pessoas que não conheço, não tenho relações, afinidades nem parentesco.
Segue a vida do CLT, não que eu esteja reclamando.