Nesse mês comecei a publicar no substack e iniciei projetos quinzenais. Também formatei meu PC e perdi todas as minhas anotações que muitas vezes me auxiliaram na criação de posts. Senti bastante a perda das anotações, mas, como diz o ditado: “O que não tem remédio, remediado está.” Senti falta das minhas notas durante o mês mas postei todos os dias.
Começo o mês falando de Risk, postei uma receita de estrogonofe, falei de IA e no dia 12 eu faço o post anunciando perda terrível: perdi minhas anotações – quase 4 anos de anotações. Senti bastante essa perda e fiz alguns posts relacionados à isso. Calhou de, naquele momento, eu estar editando a zine do Mixtape, na qual eu falo sobre a fragilidade das coisas digitais. Falei de Serendipidade e de grandes autores que também perderam seus manuscritos.
Estou surpreso com a qualidade das minhas crônicas e ensaios.
No finzinho do mês fiz um post para eliminar o sentimento de que o ano foi pouco produtivo (220+ Cruzadinhas) e também criei meu post com título mais engraçado até hoje: Corrida & Caminhada da puta que pariu. Estou mais confortável compartilhando detalhes pessoais. Até dei detalhes sobre onde eu talvez more quando reclamei de uma corrida de rua que aconteceu na região. Mesmo neste post reclamão, consegui dar ares leves e engraçados ao texto, mesmo fazendo uso de palavrões e ofensas leves.
Não sei quanto quero compartilhar da minha vida, mas me parece que a minha experiência pessoal é o material para os textos dos quais mais me orgulho e os que eu mais gostaria de ler.