O familiar me impede de atingir o extraordinário?
Encontro-me neste momento numa encruzilhada. Eu preciso escolher os rumos da minha carreira. Atualmente me encontro entre Pleno e Sênior – embora nunca tenha atuado como sênior, minha experiência e conhecimentos me qualificam. Preciso decidir o que fazer, qual caminho seguir na minha carreira como programador, não posso atuar como pleno pra sempre. Na verdade até posso, mas não quero.
Além das vias da especialização – programador sênior, lead, especialista ou cargos de gestão – uma outra via que se apresenta é a criação de sites e conteúdo. Ser de fato dono do meu negócio, não apenas um prestador de serviços, é algo que me muito me interessa, além do fato de que criação de sites me permite criar projetos do tamanho que eu quiser, publicá-los e seguir com a vida.
Diz o ditado: “Toda escolha é uma renúncia” e a renúncia – para mim – pesa mais do que a escolha. É mais fácil não escolher, não avançar, manter-se na situação atual, mesmo que ela não seja agradável. É preferível o desagradável conhecido ao desconhecido. Eu decidi lutar contra isso, contra essa minha tendência à inação e a me acomodar. O tempo não pára.
Faz uns quatro anos que eu já não sou tecnicamente jovem, não tenho a mesma disposição para virar a noite trabalhando ou estudando. Agora é o melhor momento possível para eu arriscar uma carreira menos ortodoxa. Tenho sanidade e saúde, sei programar e resolver problemas, tenho algum dinheiro para me manter e pessoas com as quais eu posso contar.
Minha situação atual não me agrada. Quero ter mais autonomia e ser independente. Quero ajudar financeiramente pessoas próximas a mim, em especial meus pais. Mas para isso eu preciso ganhar dinheiro.
Por quê não mudar?
Por quê não?